Minha paciente quer que eu atenda seu irmão! O que fazer?
25 minutos
Término de Análise - uma contribuição
12 minutos
Paciente quer se matar
35 minutos
Criança não quer entrar na sala sozinha.
15 minutos
Paciente não pagou! Devo cobrar?
25 minutos
É possível evitar um calote na Clínica?
24 minutos
Não sei o que interpretar! O que fazer?
16 minutos
Quem ligou foi a esposa! Devo agendar a consulta?
20 minutos
Contrato Terapêutico ou Acordo Terapêutico?
37 minutos
Devo supervisionar meu paciente?
33 minutos
Paciente me fez um convite. Devo aceitar?
19 minutos
O Uso do Divã
37 minutos
Devo ligar ao Paciente?
4 minutos
A mãe não traz a criança
8 minutos
Esqueci o paciente na sala de espera
1 hora
Paciente diz que não melhora
35 minutos
Ajustando expectativas
30 minutos
Janeiro: tormento dos psicólogos
8 minutos
Devo atender a cada 15 dias?
36 minutos
Um tipo específico de paciente
23 minutos
O buraco da fechadura
12 minutos
Deixe o paciente atender ao telefone
18 minutos
Devemos falar sobre o Término?
15 minutos
Vai dar ruim
17 minutos
Vou fazer uma cirurgia
20 minutos
O que quer o paciente?
21 minutos
Sobre a Neutralidade
24 minutos
Sobre o reajuste de valor das sessões
32 minutos
Estou pronto para começar a atender?
37 minutos
Primeiro livro de Freud que sugiro que você leia
10 minutos
Primeira entrevista: o que o paciente busca
14 minutos
Paciente solicita muitas mudanças de horário. Como lidar?
5 minutos
Terapia Eterna
20 minutos
Estou pronto para dar supervisão?
4 minutos
Professores(as)
Guilherme Magnoler Guedes de Azevedo
Psicólogo
Psicólogo CRP 06/70116 . Membro Filiado ao Instituto Durval Marcondes da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP)
Avaliações
Opinião dos alunos que se matricularam
4.9
535 avaliações
maravilhoso
PATRICIA GONÇALVES
Muito bom. Gostaria de trazer algo sobre a dor do existir em que o problema sobrepõe a vida, transferindo-a para um lugar de negócio, um escambo, em que se torna mais fácil perdê-la, uma vez que esta se encontra em posição de menor valor na fantasia do sujeito, ou, nada; e salvar o problema, que se torna em termos proporcionais, sendo algo que supera a própria existência . Como em Lacan, ao falar da vida e da bolsa, tendo um perde-se o outro. O que gostaria de colocar, seria a forma pela qual muitos palestram sobre o tema, enfatizando o suicídio como saída de problemas, o que poderia ser capturado por alguns como incentivo. Percebi, que conforme foi abordado a ênfase está no acolhimento e na empatia no primeiro momento, validando os sentimentos e dor do outro para assim possibilitar saídas engendradas no próprio sujeito. Fato é, que o olhar externo vê a vida sendo tirada, enquanto a pessoa em si, só consegue enxerga o problema. Diante de tudo isso, percebe-se que o foco deve ser tirado da morte como saída, como muito se ouve, e sim, trazer para conversa com a própria pessoa ou na prevenção ao falar sobre o tema, as portas para um novo olhar sobre a vida.
Irei utilizar para montar palestra sobre o tema no mês de Setembro em que se trás à tona a valorização da vida, uma forma de prevenção.
Um abraço e até a próxima.
Sidney Silva Gregório
otimas dicas
angela maria pagan
ORIENTAÃÃO VÃLIDA
Gislaine Nogueira Lucas de Souto
otimo
Rosana Zévola Orru
Excelentes dicas, muito bem explicado e analisado !!!
Pablo Henry Silveira Wouters
Bem explicado e bem exemplificado, de clara compreensão. Senti falta apenas da citação de uma uma referência teórica. Obrigado!